Diferente de sátiras leves, este filme é um drama corporativo realista e impactante. A trama acompanha uma gestora de RH de uma multinacional que recebe a missão de pressionar funcionários a pedirem demissão para evitar custos de desligamento. Quando um colaborador comete suicídio no pátio da empresa, inicia-se uma investigação que expõe os “fatores de risco psicossociais” em sua forma mais crua: metas abusivas, liderança tóxica e a desumanização dos processos. É uma obra essencial para entender por que a fiscalização e a gestão de riscos se tornaram fundamentais para proteger tanto o indivíduo quanto a própria organização.